Meio Ambiente


Preocupada com a preservação do meio ambiente, a UNIALCO implantou um separador de fuligem na caldeira. No entanto, as ações mais marcantes estão na área agrícola. Seus técnicos estão fazendo plantio direto de cana há dois anos. O plantio direto evita a erosão do solo pois não exige três gradeamentos e nivelamento como no método tradicional. Dos 4 mil hectares de cana de primeiro corte, 3 mil foram pelo plantio direto. A técnica também reduz a incidência de ervas daninhas e, conseqüentemente, a matocompetição. Isso proporcionou o aumento da produtividade de cana por hectare.

Outra contribuição para a preservação ambiental é o conhecido "cultivo mínimo", método que consiste na adubação da superfície do solo sem o subsolador e a gradeação das soqueiras de cana. Esta inovação foi implantada junto com o plantio direto. O "cultivo mínimo" também evita a erosão. Os técnicos da usina consideram a erosão a pior conseqüência provocada pela falta de preservação ambiental. A erosão tira do solo a camada fértil, provocando o assoreamento de córregos, rios e mananciais.

Em outubro de 2003, a Unialco começou o reflorestamento de 15 hectares de matas ciliares a um custo estimado de R$ 2,6 mil/hectare/ano (plantio e trato das mudas). Serão plantadas mudas de farinha seca, embaúba, amendoim do campo, figueira branca, jacarandá, pau-brasil, ipê, peroba, aroeirinha e buriti, entre outras espécies.

Outro projeto em curso é o incentivo ao turismo ecológico. A UNIALCO adquiriu uma propriedade de 830 hectares a 8 km do centro de Guararapes. A fazenda tem 85 hectares de área de preservação permanente, que será aberta à visitação pública. Será formada uma trilha ecológica, com árvores identificadas por placas para que os estudantes e as pessoas em geral conheçam as plantas nativas da região.